O Flamengo chega às quartas de final da Libertadores com a disputa do Campeonato Brasileiro em andamento, mas o time tem enfrentado desconfiança por não sustentar a vantagem após abrir o placar, especialmente no segundo tempo. A análise do padrão recente coloca a postura do elenco como um problema recorrente e relaciona essa dificuldade ao trabalho do técnico Leonardo Jardim.
O recorte ganhou força após a vitória por 3 a 0 sobre o Botafogo, jogo em que a equipe voltou a apresentar vulnerabilidades defensivas no segundo tempo. Com isso, a cobrança se concentra na necessidade de ajustar a forma de administrar o jogo depois do primeiro gol, um ponto que tem se repetido em diferentes competições.
Vulnerabilidade no segundo tempo
A preocupação da torcida e recorrente porque o Flamengo tende a recuar e a sofrer pressão dos adversários após sair na frente. Esse comportamento tem sido associado a oscilações táticas que aparecem principalmente no período final das partidas, com o time deixando de controlar o ritmo e a intensidade do adversário.
O resultado desse padrão é uma leitura de risco para os objetivos da temporada. Como o Flamengo segue em disputa em mais de uma frente, o segundo tempo vira um indicador central para a capacidade do time de manter a estabilidade ao longo da campanha.
Leonardo Jardim e a postura recuada
Dentro desse debate, Leonardo Jardim é apontado como responsável pela postura recuada apresentada no segundo tempo. A estrutura do time, nesse entendimento, impacta diretamente a forma como a equipe reage quando o adversário aumenta a pressão, o que alimenta a desconfiança sobre o desempenho em momentos decisivos.
A questão também é tratada como parte de um processo que precisa de correção para que o Flamengo consiga transformar vantagem em controle do jogo, em vez de abrir espaço para o oponente crescer.
Comparação com a temporada anterior
A comparação com a temporada anterior, quando o Flamengo era comandado por Filipe Luís, aparece como referência para entender as diferenças de comportamento em campo. Nesse contraste, a equipe atual passa a ser cobrada por não manter o mesmo nível de gerenciamento das partidas depois de abrir vantagem, o que amplia o questionamento sobre a evolução tática sob Leonardo Jardim.
Léo Ortiz criticou a exposição
A crítica não ficou restrita à torcida. Léo Ortiz, após o jogo contra o Botafogo, disse:
A fala reforça o entendimento de que a equipe se coloca em situação desconfortável quando permite que o adversário assuma a iniciativa no segundo tempo.A equipe não pode se expor desta maneira.
Próximos passos: Independiente Del Valle
O Flamengo volta a campo nas quartas de final da Libertadores contra o Independiente Del Valle. O adversário é tratado como difícil e tem como característica o contexto de altitude, elemento que tende a exigir ainda mais atenção ao controle do jogo e à execução tática durante os momentos em que o Flamengo costuma sofrer pressão.
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