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Flamengo teve pouco tempo do quarteto Pulgar, Jorginho, Paquetá e Arrascaeta em 2026

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O Flamengo teve o quarteto de meio-campo formado por Erick Pulgar, Jorginho, Lucas Paquetá e Arrascaeta em apenas quatro partidas na temporada de 2026, somando 175 minutos juntos. A última vez em que os quatro atuaram no mesmo jogo foi em 11 de março, na vitória por 2 a 0 sobre o Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro.

Nesse recorte de quatro partidas em que o quarteto esteve em campo junto, o Flamengo marcou dois gols e sofreu dois. Em uma dessas partidas, contra o Corinthians, o grupo permaneceu em campo por apenas 11 minutos.

Lesões interromperam a sequência do quarteto

A formação não ganhou continuidade ao longo da temporada porque os jogadores passaram por períodos de baixa. Jorginho ficou seis partidas fora devido a uma lesão na coxa esquerda e, depois, desfalca o Flamengo por mais quatro jogos em razão de uma contusão na panturrilha direita.

Pulgar também teve impacto na sequência do meio-campo, ao perder 13 partidas por lesão no ombro direito entre abril e maio. Arrascaeta, por sua vez, sofreu uma fratura na clavícula no fim de abril e ficou afastado do time.

Após a Copa do Mundo de 2026, Paquetá teve lesão na coxa esquerda e ficou fora de quatro partidas. Com essas ausências, o Flamengo precisou ajustar o setor com diferentes combinações, o que reduziu a chance de o quarteto atuar junto com regularidade.

Uso pontual e falta de tempo para consolidar

Mesmo quando o quarteto esteve disponível, a presença conjunta ocorreu de forma esparsa. A soma de 175 minutos nas quatro partidas mostra que a equipe não conseguiu transformar a formação em referência constante.

Contra o Corinthians, por exemplo, o quarteto ficou em campo por apenas 11 minutos dentro do total do período em que jogou junto na temporada. No mesmo conjunto de jogos, o Flamengo teve o mesmo saldo de gols, dois marcados e dois sofridos.

O encaixe tático sob Leonardo Jardim

Com o quarteto aparecendo poucas vezes ao longo do calendário de 2026, o desafio de Leonardo Jardim foi encontrar alternativas para manter o funcionamento do meio-campo mesmo quando um dos jogadores não estava disponível. As lesões atingiram peças-chave do mesmo bloco, o que reduziu a margem para manter o desenho com continuidade.

O resultado desse cenário foi a oscilação na repetição do quarteto, já que a base do meio-campo só apareceu em quatro partidas no ano.

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