Agustín Rossi, goleiro do Flamengo, afirmou que as críticas fazem parte do cotidiano no clube e que, se desse atenção a cada comentário, sua passagem teria terminado “em 6 meses”. Em entrevista à S1Live, o argentino também disse que não permite que comentários externos interfiram no seu trabalho.
Rossi está há três anos no Flamengo e relacionou a pressão ao ambiente de alta expectativa que cerca jogadores de grandes clubes. Ele afirmou que esse tipo de cobrança é constante e faz parte da rotina de quem defende o clube.
Experiência para lidar com cobranças
O goleiro comentou que a experiência prévia no Boca Juniors e no Flamengo o ajudou a conviver com a exposição da função. Para ele, a pressão acompanha o cargo, especialmente na posição de goleiro, em que o desempenho tende a ser analisado com mais rigor.
“Já tenho 3 anos no clube, a gente sabe o que é lidar com o Flamengo, crítica sempre vai existir, faz parte.”
Postura diante das críticas
Na entrevista, Rossi reforçou a postura de não deixar o que é dito do lado de fora afetar o trabalho. Ele foi direto ao explicar como encara as cobranças:
“Eu nem ligo para isso. Se eu ligar para cada crítica, em 6 meses já tinha que ir embora.”
Rossi também defendeu que resiliência é condição para seguir no futebol. Segundo ele, se cada jogador tivesse de sair após uma crítica forte, a rotatividade seria impossível: “Se cada jogador, depois de cada crítica forte que recebe, tiver que sair do time, tem que botar 50 goleiros em 15 times do Brasil.”

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