Leonardo Jardim elogiou a atuação do Flamengo na Libertadores após o jogo contra o Cruzeiro, destacando a pressão exercida pela equipe no primeiro tempo e defendendo as escolhas envolvendo Arrascaeta e Pedro. Em entrevista ao Jornal O Globo, o técnico também rebateu críticas à dupla relacionadas à intensidade.
Pressão alta no início e chance de ampliar
Jardim afirmou que o Flamengo teve um primeiro tempo muito forte e que a equipe poderia ter saído com mais gols. Para ele, o volume inicial foi um ponto decisivo do desempenho.
"Foi um jogo com uma primeira parte muito forte, poderíamos ter saído com mais gols."
Pedro como peça estratégica na posse
O técnico explicou a opção por Pedro como parte de uma estratégia para qualificar a construção das jogadas e aumentar a posse de bola. No raciocínio dele, a presença do atacante ajuda o time a reunir as melhores condições para atacar.
"Pedro é goleador. Quando reúne as melhores condições é goleador."
Arrascaeta e Pedro: qualidade, mas com limitação de carga
Ao tratar das críticas ao Flamengo, Jardim citou Arrascaeta e Pedro e classificou como infundadas as cobranças de falta de intensidade. O treinador relacionou a limitação da dupla à exigência de um calendário próximo e ao volume físico necessário para sustentar o ritmo.
"Arrascaeta é um jogador fantástico, pena que não consegue fazer jogos de dois em dois dias, 90 minutos."
Classificação e gestão do ritmo na Libertadores
Com o resultado diante do Cruzeiro, o Flamengo garantiu vaga na próxima fase da Libertadores. Na avaliação do técnico, o caminho passa por manter a intensidade coletiva, usar a estratégia de jogo para controlar momentos importantes e administrar a condição física de jogadores-chave como Arrascaeta e Pedro, considerando a necessidade de rotatividade ao longo da competição.


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