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Leonardo Jardim ajusta a tática para Paquetá jogar mais perto do gol

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O Flamengo precisa que Lucas Paquetá assuma um papel mais central na equipe, diante de um cenário de saída iminente de Plata. Com essa mudança no elenco, a avaliação é que Leonardo Jardim ajuste o sistema tático para reposicionar o jogador e maximizar o investimento, que ultrapassa R$ 300 milhões.

Paquetá tem atuado como volante, função que o mantém mais afastado do gol. A proposta ligada a essa reestruturação é aproximá-lo do último terço do campo, usando suas características de finalização e passe com mais frequência.

Reorganização com a saída iminente de Plata

A saída iminente de Plata é apontada como um momento que abre espaço para ajustes na formação do Flamengo. Com a mudança no elenco, o treinador pode reposicionar atletas e reorganizar o time para buscar maior impacto ofensivo.

Esse ponto ganha força porque o elenco tem poucos jogadores com facilidade para marcar. Nesse cenário, o papel de Paquetá passa a ser tratado como peça importante para resolver a necessidade de mais protagonismo na equipe.

Paquetá mais perto do gol adversário

A análise é direta ao tratar do posicionamento: Paquetá precisa jogar mais próximo do gol adversário. A justificativa está nas habilidades atribuídas ao jogador, principalmente o chute de média distância e os passes que ele oferece.

A colocação que resume o objetivo é: "Paquetá precisa jogar mais próximo do gol adversário. Ele é um jogador que chuta muito bem de média distância, além de dar ótimos passes."

A partir disso, a ideia é que o Flamengo use melhor o atleta em uma posição que favoreça participação ofensiva, em vez de deixá-lo restrito a tarefas mais distantes da área.

Investimento e cobrança por protagonismo

O custo de Paquetá, acima de R$ 300 milhões, entra no argumento como parâmetro de cobrança. A leitura é que a diretoria não contratou o jogador para ocupar um lugar secundário dentro do sistema.

Nesse contexto, a cobrança aparece assim: "A diretoria flamenguista não investiu tanto em um jogador para que ele seja coadjuvante na equipe."

Comparações no Flamengo: Gerson e Everton Ribeiro

Para explicar o tipo de influência que se espera de Paquetá, a análise recorre a comparações com jogadores que tiveram sucesso em funções semelhantes no Flamengo. Gerson e Everton Ribeiro são citados como referências de atuação em que a proximidade do gol e a capacidade de decidir foram determinantes para o rendimento do time.

Com Paquetá reposicionado, a expectativa é que ele passe a ter mais espaço para chutar e participar do processo ofensivo com maior presença no ataque, aproveitando atributos que o colocam mais perto da finalização.

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