Pular para o conteúdo

Flamengo envia documentos ao MP e nega superlotação no Maracanã

Receba as notícias do NETFLA

acompanhe tudo no Google News

Seguir →

O Flamengo enviou documentos ao Ministério Público defendendo que não houve superlotação no Maracanã, enquanto o Fluminense reconheceu que suas práticas contrariam a Lei Geral do Esporte. O caso é investigado pelo GAEDEST/MPRJ, instaurado no fim de agosto de 2026, e aguarda as respostas dos clubes.

A apuração, revelada por O Globo, mira a venda de ingressos acima do permitido em jogos realizados no estádio, com foco nos setores Norte e de cadeiras cativas. O inquérito foi encaminhado à Promotoria de Justiça de Urbanismo após a instauração pelo GAEDEST/MPRJ.

Flamengo: justificativa enviada ao MP

O Flamengo sustenta que não ultrapassou o limite de segurança do estádio. Na documentação encaminhada ao Ministério Público, o clube afirma que não houve mais de 73 mil pagantes, número indicado em documento da Polícia Militar.

A justificativa formal ao MP foi resumida na seguinte frase:

“O Flamengo não extrapolou o limite do laudo de segurança do estádio.”

Fluminense: justificativas e reconhecimento sobre a Lei Geral do Esporte

O Fluminense também enviou justificativas ao Ministério Público sobre a venda de ingressos. No conteúdo encaminhado, o clube reconhece que suas práticas contrariam a legislação esportiva.

O reconhecimento aparece na citação atribuída ao Fluminense:

“Todas as práticas vão contra a Lei Geral do Esporte.”

Inquérito em andamento e enquadramento legal

O inquérito foi instaurado pelo GAEDEST/MPRJ no fim de agosto e segue em tramitação. A investigação pode levar a sanções previstas na Lei Geral do Esporte, incluindo perda de mando de campo por até seis meses.

O enquadramento citado no material aponta para possível violação do artigo 147 da Lei Geral do Esporte, além de discussões sobre responsabilidade na administração do Maracanã, que é feita pelo consórcio Fla-Flu Serviços S.A.

Consórcio Fla-Flu Serviços e compromissos de esclarecimento

O consórcio Fla-Flu Serviços aparece no contexto da apuração por ser ligado à gestão do estádio. Luis Felipe Monteiro de Barros, novo diretor do consórcio, prometeu dar as justificativas ao MP. Fred Nantes, CEO do consórcio, afirmou que haverá transparência no caso.

Com o inquérito aguardando respostas, Flamengo e Fluminense seguem na etapa de explicações ao Ministério Público sobre as vendas e a operação nos setores apontados, com impacto direto na investigação sobre superlotação no Maracanã.

Últimas Notícias