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Flamengo e Paolo Guerrero fecham acordo judicial homologado no Rio

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O Flamengo e Paolo Guerrero encerraram, após oito anos de disputas, um processo judicial que foi homologado pela Justiça do Rio de Janeiro. O valor do acordo segue em sigilo, mas os procedimentos envolviam cobranças que totalizavam cerca de R$ 2 milhões, com pedidos que incluíam danos morais e gastos relacionados ao período de suspensão do jogador.

Disputa começou em 2018 e teve doping como pano de fundo

A briga judicial entre as partes começou em 2018, depois que Paolo Guerrero deixou o Flamengo em agosto do mesmo ano para atuar no Internacional. A suspensão por doping enfrentada pelo jogador e os efeitos desse período na carreira e na relação com o clube estiveram no centro do conflito.

No desenrolar do caso, Guerrero alegou que o Flamengo tentava se vingar de sua saída para o Internacional. A disputa, assim, passou a envolver tanto cobranças financeiras quanto questões de imagem para o Flamengo.

Valores cobrados e pedido de encerramento anexado na última segunda-feira

O Flamengo havia cobrado inicialmente R$ 200 mil por danos morais. Depois, apresentou uma cobrança adicional de R$ 1,8 milhão relacionada a gastos durante a suspensão de Guerrero.

Com o avanço do processo, a petição para encerrar a ação foi anexada à Justiça na última segunda-feira. O documento foi assinado pelos advogados do Flamengo, Michel Asseff Filho e André Oliveira de Meira Ribeiro.

Homologação encerra longo processo entre clube e jogador

A homologação do acordo pela Justiça do Rio de Janeiro encerrou um longo processo, que envolvia valores significativos e questões de imagem para o clube e para o jogador. Com isso, os litígios relacionados às cobranças e às alegações entre Flamengo e Guerrero chegaram ao fim, encerrando um capítulo conturbado da relação iniciada após a saída do atacante em agosto de 2018 e mantida por oito anos.

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