A Federação Estadual de Futebol do Rio de Janeiro (FERJ) emitiu um comunicado nesta terça-feira (05) com novas diretrizes para os clubes participantes do Campeonato Carioca. Segundo informações da Coluna do Fla, a entidade exige que as equipes escalem, no mínimo, sete jogadores do elenco principal nas próximas partidas, sob pena de perderem premiações. Esta medida visa proteger os interesses comerciais da competição e respeitar os torcedores.
Penalidades em Caso de Não Cumprimento
A FERJ alertou que os clubes que não atenderem a essa exigência após a 3ª Rodada da Taça Guanabara poderão enfrentar consequências severas. “A associação que, sem justo motivo, assim reconhecido pelo DCO da FERJ, deixar de utilizar sua equipe considerada principal, após a 3ª Rodada da Taça Guanabara, perderá o valor correspondente à totalidade de sua cota fixa mínima de direito de transmissão do contrato coletivo e, caso já a tenha recebido ou não faça jus, pagará uma multa equivalente à cota mínima estabelecida para um dos clubes grandes aderentes, que será revertida em benefício dos demais clubes participantes do campeonato e signatários do contrato de transmissão coletiva”, destacou a FERJ.
Contexto Financeiro do Flamengo
O Flamengo, por sua participação no torneio, receberá R$ 10 milhões. Além disso, a FERJ revelou que os quatro grandes clubes do Carioca têm recebido mais de R$ 1 milhão por jogo na competição. Essa situação financeira é um fator importante que pode influenciar a decisão dos clubes em escalar elencos principais, especialmente considerando a luta contra o rebaixamento.
Próxima Partida do Flamengo
O Flamengo enfrentará o Sampaio Corrêa no próximo sábado (07), às 21h (horário de Brasília), no Maracanã. Este jogo é crucial para o clube, que busca se afastar do quadrangular do rebaixamento. A equipe, que já utilizou um elenco alternativo em jogos anteriores, precisa garantir a vitória e torcer contra adversários diretos, como Nova Iguaçu, Madureira e Boavista, para assegurar sua permanência na Série A.
A decisão da FERJ e as novas regras colocam pressão sobre os clubes, que devem se adequar às exigências para evitar prejuízos financeiros e manter a competitividade na competição.