O trabalho de Vítor Pereira no Corinthians , sogra à parte, foi bom. Terminou o Brasileiro em quarto lugar. Foi muito constante, estando entre os quatro durante quase todas rodadas.
No Paulista, caiu na semi para o São Paulo. Na Libertadores , nas quartas para o Flamengo. E foi vice da Copa do Brasil, contra o Flamengo.
Poderia ter sido campeão —quem sabe?— se Fagner não houvesse incorporado Roger Flores e cobrado um pênalti muito alto, provavelmente nos anéis de Saturno.
E é justamente Fagner um dos críticos do trabalho de Vítor Pereira. Agora, que o português está comendo o bacalhau que o diabo amassou, lá no Flamengo.
Antes, bico calado.
Fagner, Giuliano, Róger Guedes, Maycon e até o principiante Rony, não aliviam para Vítor Pereira.
Sem ele, o ambiente está mais leve.
Reclamava com jornalistas.
Colocava para jogar uma formação que não havia sido treinada.
Chego a ter dó desses honrados trabalhadores. Como render seu imenso futebol em um ambiente onde a leveza não predominava? E a pressão de ouvir as entrevistas do treinador? E, como assim, um atacante do meu nível, precisa ajudar na marcação? (O atual parágrafo contém ironia, taokey).
Está claro que o Corinthians só conseguiu bons resultados por causa deles, os abnegados. A quase virgindade em clássicos é culpa, claro, do treinador. E quem nunca errou um pênalti decisivo? (Outro parágrafo irônico)
Fernando Lázaro que se cuide. Se os resultados não vierem, já se sabe quem os jogadores vão culpar. (Sem ironia).