Bap revela coach internacional que pediu para ele deixar o Flamengo

Luiz Eduardo Baptista, o Bap, atual presidente do Flamengo, descreveu em entrevista como a relação emocional com o clube interfere em sua vida pessoal e profissional. No relato, ele também voltou a um episódio envolvendo um coach internacional, que sugeriu que ele abandonasse o Flamengo, e conectou a reação do dirigente ao caminho que o levou a se envolver cada vez mais com a política do clube.

A conversa com o coach internacional

Bap contou que o coach internacional fez uma pergunta direta sobre a relação dele com o Flamengo. Em resposta, ele associou o vínculo do clube ao que sentia no dia a dia.

“Ele me perguntou o que o Flamengo fazia comigo. Eu sinto ódio, sinto indignação, eu fico revoltado.”

Segundo o que Bap narrou, a orientação do coach foi para que ele se afastasse do Flamengo.

“Vamos eliminar o Flamengo da sua vida.”

Da revolta ao convite para participar

No mesmo episódio relatado pelo presidente, Bap disse que, em vez de encerrar o assunto, a conversa acabou sendo conduzida para uma forma de participação. Ele afirmou que o coach terminou direcionando o tema para o engajamento no clube, chegando a sugerir um caminho prático.

“Ele fala: ‘então, vamos abraçar. Como faz para participar? Ser sócio?’.”

Envolvimento político e continuidade do projeto

O relato se conecta com a trajetória de Bap na política do Flamengo. Ele se envolveu ativamente desde 2009, e esse movimento culminou com sua eleição à presidência do clube.

A história citada por ele passa pela Chapa Azul, formada em 2009 e que ganhou destaque em 2012. No relato, o grupo aparece como um projeto que continuou sustentado ao longo do tempo, com membros desse grupo mantendo presença no poder do Flamengo.

Em 2022, Bap assumiu a presidência, fechando o ciclo descrito na entrevista como consequência de uma ligação que, segundo ele, não ficou restrita ao campo emocional, mas também se transformou em atuação política.

A relação emocional que atravessa a trajetória

Ao longo do depoimento, Bap tratou o Flamengo como um elemento que afeta profundamente seu estado emocional, o que ajuda a explicar as reações intensas que ele descreveu. As falas sobre ódio, indignação e revolta aparecem como centro da narrativa, além do episódio com o coach internacional, que reforçou a permanência dele no clube e a continuidade do envolvimento.