Luiz Eduardo Baptista enviou ao Conselho Deliberativo do Flamengo uma proposta para eliminar as vice-presidências e criar um conselho gestor. A mudança, chamada de “emenda do profissionalismo”, surge em um contexto de busca por maior eficiência na administração do clube e tem como objetivo garantir mais transparência e responsabilidade corporativa.
A proposta também se conecta a uma reorganização que já vem sendo feita internamente, com a gestão do futebol operando em modelo de diretoria. José Boto atua como diretor na gestão de Bap, enquanto Marcos Braz ocupava a vice-presidência de futebol na administração anterior, sob Rodolfo Landim.
Conselho gestor substitui as vice-presidências
O texto prevê a criação de um conselho gestor com até 13 membros, que seriam nomeados pelo presidente do Flamengo. O mandato desses integrantes seria de três anos.
Pela proposta, o conselho gestor teria a missão de avaliar e deliberar questões administrativas, como balancetes e orçamentos. A ideia é concentrar, em um órgão colegiado, parte do acompanhamento e das decisões que hoje passam pela estrutura das vice-presidências.
Responsabilidades e diretrizes previstas na proposta
A proposta estabelece que a atuação dos membros nomeados do Conselho Gestor deve seguir critérios que reforçam a prestação de contas. “a atuação dos membros nomeados do Conselho Gestor estará pautada nos princípios de transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa”, diz o texto elaborado pela equipe de Luiz Eduardo Baptista.
O conselho gestor teria ainda atribuições voltadas à supervisão da gestão dos departamentos do clube, com foco em deliberações administrativas e no funcionamento da administração sob regras de governança.