O Flamengo foi derrotado pelo Corinthians por 2 a 0 na Supercopa do Brasil, em partida realizada no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. A grande polêmica do confronto gira em torno da súmula do árbitro Rafael Klein, que não registrou a demora do time paulista em voltar ao campo após o intervalo. Conforme apurado, o Corinthians atrasou 21 minutos, retornando somente às 17h04, enquanto o Flamengo já estava em campo às 17h03.
No final do primeiro tempo, as equipes estavam empatadas em 0 a 0. No entanto, a expulsão de Jorge Carrascal, do Flamengo, após revisão do VAR, gerou críticas à arbitragem. Klein alegou que “não houve atraso no início e reinício de jogo” na súmula, apesar da pressão do Corinthians para expulsar o atleta. O árbitro apenas mencionou que os acréscimos foram motivados por substituições e atendimento a jogadores.
A situação se tornou ainda mais controversa após o intervalo. Durante a pausa, o Corinthians pressionou a arbitragem para que a expulsão de Carrascal fosse confirmada, resultando na demorada volta ao campo. Após a reinserção, o VAR apresentou imagens que não estavam disponíveis anteriormente, gerando desconfiança entre os torcedores, que questionaram a legalidade desse procedimento.
A súmula de Klein também registrou um arremesso de pipoca proveniente da torcida do Corinthians e a falta de energia que afetou o VAR durante parte do segundo tempo. No entanto, o foco permanece na ausência do relato sobre o atraso do time paulista.
Com um jogador a menos, o Flamengo não conseguiu reagir e acabou sendo superado pelo Corinthians, que conquistou o título com o placar de 2 a 0. A condução da partida e as decisões arbitrárias geraram repercussão nas redes sociais, com torcedores criticando a postura da arbitragem e levantando questões sobre a imparcialidade nas decisões.
O próximo passo para o Flamengo será analisar essa polêmica e preparar-se para os próximos desafios na temporada, tentando evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer.