Vasco x Flamengo ganhou teórico equilíbrio de forças ao ser marcado para o Nilton Santos

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O clássico de ida da semifinal do Carioca entre Vasco e Flamengo ganhou um teórico equilíbrio de forças ao ser marcado para o Estádio Nilton Santos. E a reação dos jogadores rubro-negros, com falas desconfortáveis quanto à não realização das duas partidas no Maracanã, comprovam tal fato. O time de Filipe Luís é tecnicamente superior, tem padrão de jogo que o faz favoritíssimo para erguer o bicampeonato estadual, mas o desempenho no “tapetinho” do Botafogo é ainda uma incógnita: nas duas partidas a partir de abril de 2023, o Flamengo venceu um por 2 a 1 e foi goleado por 4 a 1.

Por isso, apesar da histeria de alguns, não é de todo ruim a realização desse jogo no Nílton Santos. Afinal, como a CBF não impedirá que Botafogo e Palmeiras mandem suas partidas em seus gramados sintéticos, passa a ser mais uma oportunidade de Vasco e Flamengo testarem seus sistemas. Principalmente para a equipe de Filipe Luís, que ainda não teve a chance de mostrar sua eficiência no Nilton Santos. Desde que o gramado foi trocado, a vitória (2 a 1) foi do time de Sampaoli sobre o de Bruno Laje; e a derrota (4 a 1) foi do de Tite para o de Artur Jorge.

Para o Vasco, que teve uma ótima iniciativa ao não permitir que o Flamengo fizesse os dois jogos no estádio onde manda seus partidas, o gramado sintético do Nilton Santos não é novidade. Nestes últimos dois anos, os vascaínos já fizeram cinco clássicos, sendo três com o mando do Botafogo e dois contra o Fluminense. Ao todo, foram três vitórias e duas derrotas — ambas para os donos da casa. Ou seja: venceu os dois jogos que fez na condição de mandante — ambos contra o tricolor. E isso, por si só, renova a atmosfera do confronto, recolocando o Vasco na disputa.

Renato Paiva no Botafogo

Obcecado pelo trabalho dos treinadores portugueses, John Textor acertou ontem a contratação do quarto representante da escola lusitana: Renato Paiva, de 54 anos, que dirigiu o Bahia em 2023 e estava no Toluca, do México, até dezembro passado, assumirá o cargo vago desde a saída de Artur Jorge, oficializada em 3 de janeiro. Depois de oito tentativas frustradas, incluindo as tratativas com o argentino Hernán Crespo, Textor aposta na capacidade de Paiva, um técnico que marcou sua passagem pelo Bahia pelo mau humor com o qual reagia às cobranças pelas atuações ruins do time. Vejamos.

Fonte: Extra