Todas as correntes políticas do Flamengo reconhecem que há uma lacuna a ser preenchida. Faz tempo que um troféu de respeito não entra na Gávea. É por isso que o discurso dos quatro candidatos à presidência rubro-negra gira ao redor da necessidade de fazer com que o time mostre resultados expressivos dentro de campo.
Brigar por títulos e não ganhá-los está longe de ser o suficiente para Ricardo Lomba, atual vice de futebol e candidato da situação na chapa rosa, e também para os opositores Rodolfo Landim, da chapa roxa, Marcelo Vargas, da chapa branca, e José Carlos Peruano, chapa amarela.
Embora concordem no ponto central, esta é uma eleição que coloca lado a lado uma diversidade de estilos e pensamentos. As entrevistas ao GLOBO de cada um dos candidatos, publicada nesta terça-feira, são um extrato desse cenário. A força de cada discurso junto aos sócios será medida no dia 8 de dezembro, quando acontece o pleito que define o presidente pelos próximos três anos.
O QUE CADA UM DOS CANDIDATOS DISSE:
Lomba: 'Não adianta medir palavras. No Fla, o futebol tem que ganhar'
Landim: 'Acima de tudo, falta liderança no Flamengo’