por ​Thayuan Leiras


Na derrota para os reservas do Grêmio, por 2 a 0, em Porto Alegre, no último sábado (4), o Flamengo foi traído pelo ponto forte desde que Mauricio Barbieri assumiu a equipe: o sistema defensivo. Sem a zaga titular e com mudanças no meio de campo, o Rubro-Negro deu espaços e, para completar, não teve poder para reagir fora de casa.


Alô, torcedor Rubro-Negro! Quer ficar sabendo de notícias, tabelas, próximos jogos e ainda participar de enquetes sobre o Flamengo, diariamente, pelo seu e-mail? Então, clique aqui e inscreve-se na Newsletter do Mengão!


Tanto o jogo foi atípico que, aos três minutos do segundo tempo, o Flamengo pela primeira vez correu atrás de dois gols de desvantagem desde que Barbieri assumiu, no início de abril. E foram 24 jogos desde então, com outras duas derrotas além do revés em Porto Alegre. Com o treinador, o Flamengo sofreu 16 gols, média de 0,66 por partida.

Diego Alves diminuiu o prejuízo defendendo um pênalti


É verdade que, contra o Tricolor gaúcho, o Flamengo não jogou completo. Barbieri tirou Léo Duarte e Réver, a zaga titular, e o meia Diego do jogo. Marlos Moreno ficou no banco de reservas. Nas redes sociais, torcedores chegaram a reclamar da postura dos jogadores, principalmente após o jogo heroico contra o mesmo Grêmio - só que o titular - há três dias. No entanto, para o treinador, a questão foi estratégica.


"Jogo foi para terreno de fazer jogo viril, de choque, de dar chutão, entrada dura. Não faço juízo de valor da estratégia. Faltou equilíbrio, inteligência", analisou.


Dos 24 jogos de Barbieri a frente do clube carioca, esta foi a terceira vez que o Flamengo tomou dois ou mais gols, todas no Brasileirão. Antes, Vitória, com o empate em 2 a 2, e Chapecoense, na vitória por 3 a 2, conseguiram feito similar ao dos reservas do Grêmio, sempre em jogos fora de casa.

Fotos: Lucas Uebel/Grêmio e Liamara Polli/AGIF

Clique aqui para receber!