No dia 27 de setembro, Cruzeiro e Flamengo disputaram o segundo jogo da final da Copa do Brasil. Após mais um empate, o time Celeste levou a melhor nos pênaltis, que foram encerrados pelo meia Thiago Neves. O camisa 30 da equipe mineira escorregou na cobrança final, mas colocou a bola no fundo das redes.
“Eu falei que a marca do pênalti no dia estava toda cheia de água. Eu não uso chuteira de alumínio, só uso de borracha. Mas está ruim? Escorreguei e a bola entrou (risos)”, disse o jogador de 32 anos em entrevista ao canal Desimpedidos, do YouTube. “Na hora que eu caí, eu consegui ver a direção da bola. Quando ela saiu, quando subiu, eu fiquei com medo”, completou.
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Thiago também foi questionado sobre a estratégia do goleiro Alex Muralha, do Flamengo, que caiu para o mesmo lado em todas as cobranças. “Depois do jogo, veio o Léo zagueiro e falou: ‘Esqueci de falar com vocês, mas o Muralha estava só pulando para o lado direito dele. Aí eu falei: ‘Pô, Léo, agora depois do jogo (risos)? Ainda bem que todo mundo bateu bem”, afirmou.
O meia também revelou que os jogadores cobraram sem medo, mas que não perceberam a tática do rubro-negro. “Na hora não deu. Todo mundo falou que ele não era pegador de pênalti. E quando você vai bater pênalti com um goleiro que pega pênalti é difícil, é complicado. E como ele não tem essa fama de pegador, aí você vai mais tranquilo, confiante”, concluiu.
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Crédito da foto: Cristiane Mattos / Light Press / Cruzeiro