
'Na área onde o goleiro fica, sequer nasce grama'. Considerado o local mais ingrato entre as 11 posições de um time, a meta já trouxe exemplos de jogadores que passaram por má fase e tiveram de lidar com perseguição de torcida. O LANCE! traz alguns exemplos recentes
Galeria L!

Após nova falha, ALEX MURALHA novamente foi alvo de vaias da torcida do Flamengo. Há possibilidade de o goleiro perder vaga na semifinal da Copa Sul-Americana-2017.
Jorge Rodrigues/Eleven

PAULO VICTOR foi outro goleiro que lidou com as críticas da torcida do Flamengo. Após começar em alta como titular, o goleiro frequentemente foi alvo de vaias e protestos em jogos e em treinamentos.
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'Sucessor' de Bruno na meta do Flamengo, MARCELO LOMBA foi cobrado com frequência pela Nação. Seu desempenho abaixo da média rendeu sucessivas vaias.
(Foto: Tom Dib/Lancepress!)

Contratado para ser goleiro do Flamengo em 1996, SÉRGIO foi alvo de críticas e de deboches da torcida. Durante alguns jogos, o camisa 1 era ironizado com 'Glória, Glória, aleluia, o Sérgio defendeu!'
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A meta foi um pesadelo para o Vasco durante o Brasileirão de 2013. As sucessivas falhas de ALESSANDRO causaram ofensas e protestos por sua barração. Coube a MICHEL ALVES ocupar o setor, mas sua instabilidade em campo rendeu sucessivas falhas. O Cruz-Maltino apostou em DIOGO SILVA, mas suas falhas ficaram ainda mais evidentes na reta final da competição.
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No ano em que conquistou seu terceiro Brasileiro, o Vasco iniciou a campanha com um momento de tensão em relação à meta. Logo nos dois primeiros jogos, CAETANO apresentou falhas e foi alvo de perseguição. Deu lugar a Márcio, enquanto a equipe esperava pela renovação com Carlos Germano.
Reprodução/YouTube

No Botafogo, um dos alvos de críticas por sucessivas falhas foi MAX. O goleiro foi constantemente perseguido, foi barrado e acabou saindo do clube.
(Foto: Arquivo Lance)

Hoje no Fluminense, o goleiro JULIO CESAR não é associado a boas lembranças para a torcida do Botafogo. Com falhas que custaram eliminações e momentos intempestivos, ele foi para lá de vaiado.
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Após ter um início promissor, CASTILLO foi outro goleiro que se viu alvo de perseguição pela torcida do Botafogo. O uruguaio passou por vaias, críticas e acabou deixando o clube.
(Foto: Julio Cesar Guimaraes/Lancepress!)

A instabilidade na meta fez com que RICARDO PINTO não inspirasse muita confiança para a torcida do Fluminense. Foram constantes falhas e críticas da torcida. Suas últimas lembranças foram erros decisivos: no primeiro jogo da final do Carioca de 1993, hesitações do goleiro abriram caminho para a vitória por 2 a 0 do Vasco sobre o Tricolor das Laranjeiras.
(Foto: Acervo Fluminense)

DENIS é constantemente perseguido na meta do São Paulo. Além de arcar com o posto de 'reserva de Rogério Ceni', o goleiro passou longe de corresponder quando se tornou titular. Constantemente perseguido, perdeu espaço.
(Foto: Geraldo Bubniak /AGB/Lancepress!)

Após um bom início no Corinthians, JULIO CESAR viu seu rendimento no Corinthians cair ladeira abaixo. O goleiro lidou com constantes falhas e chegou a ganhar o jocoso apelido de "Julio Chester".
Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

O sonho de titularidade do Palmeiras logo tornou-se pesadelo para DEOLA. O goleiro cometeu uma série de falhas, foi alvo de vaias, ameaças e acabou deixando o clube pela porta dos fundos.
(Foto: Cesar Greco/Fotoarena)

FELIPÉ não inspirou confiança de torcedores do Santos. Constantemente, o goleiro foi criticado por falhas e recebeu até o apelido de 'mão de alface'.
Ricardo Saibun
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