Por ​Venê Casagrande


​O Flamengo volta a campo apenas no dia 18 de julho, contra o São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro. Os jogadores vão ter quase um mês (se reapresentam dia 25 de junho) para se prepararem para este duelo, mas a diretoria vai trabalhar pesado fora das quatro linhas durante a pausa para a Copa do Mundo para resolver "pendências" do time.


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O primeiro desafio do Flamengo vai ser ir ao mercado reforçar o setor ofensivo do time. Com as saídas de Felipe Vizeu e Vinicius Junior e uma possível não renovação de Guerrero, que tem contrato até agosto, Barbieri precisa ter reposição no ataque. Para o lugar de Vini Jr., o treinador conta no atual elenco com Marlos Moreno e Geuvânio, que não gozam de muito prestígio com os torcedores e ainda não provaram que têm chances entre os titulares.


Para a posição de Vizeu, Barbieri conta com Henrique Dourado e Lincoln. O Ceifador não vive dos melhores momentos na carreira (chegou a ficar 12 jogos sem balançar a rede) e foi barrado contra o Palmeiras para ver Felipe Vizeu entrar em seu lugar. A outra opção ainda tem 17 anos e pouco jogou na "era Barbieri".


O setor defensivo também é outra preocupação. Com as lesões de Juan, Réver e Rhodolfo, os garotos Léo Duarte e Matheus Thuler foram acionados por Barbieri e não decepcionaram. Porém, ambos são considerados inexperientes (principalmente o segundo) para aguentar a maratona de jogos que o Rubro-Negro terá no segundo semestre.


A lateral-esquerda é outra posição que pode sofrer mudança. O empresário de Trauco, José Chacón, disse que trabalha para tirar o peruano do Flamengo e levá-lo para a Europa. O rendimento do jogador na Copa do Mundo pode ser crucial para o futuro dele.


“Estamos trabalhando muito na França, mas ainda não temos nada concreto. Estamos trabalhando no mercado francês, existem alguns interesses e estamos nisso. Também estamos trabalhando na Espanha, Bélgica e Alemanha”, disse à ‘Radio Ovación’.


Ciente das necessidades do Flamengo e também das oportunidades de mercado, Carlos Noval, em entrevista ao Esporte Interativo , ​garantiu que o mercado está sendo mapeado pela diretoria rubro-negra.


A prioridade?


A outra missão de Carlos Noval & Cia é fazer com que Lucas Paquetá renove o seu contrato (o atual vínculo vai até 2020) e, consequentemente, aumente a multa rescisória, que é de 50 milhões de euros para clubes do exterior. Nos próximos dias, a diretoria do Flamengo vai se reunir com Eduardo Uram, agente do meia, para apresentar o projeto do clube para manter o jogador.



Crédito da Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

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