Leonardo Jardim justifica rodízio e deixa Pedro e Paquetá no banco

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Leonardo Jardim vai promover rodízio no Flamengo para o jogo das oitavas de final da Libertadores contra o Cruzeiro, deixando Pedro e Paquetá no banco. A estratégia faz parte da forma de trabalhar do técnico, que defende o rodízio e sustenta que tem 15 ou 16 jogadores em condições de serem considerados titulares.

Leonardo Jardim explicou a lógica da rotação ao afirmar:

“Nós sabemos que tanto o Paquetá quanto o Pedro são jogadores titulares. Mas a gente tem 15 ou 16 jogadores que são titulares.”

Rodízio no contexto da Libertadores

O Flamengo tem adotado a rotação de jogadores, especialmente em competições como a Libertadores. A ideia é administrar o elenco ao longo do calendário, considerando a intensidade das partidas e a necessidade de manter o grupo em condições de competir.

Com o confronto contra o Cruzeiro nas oitavas, a formação escolhida para o duelo passa a ser analisada com mais atenção, já que nomes habituais do time ficam fora da equipe inicial.

Quais jogadores entram no raciocínio de “titularidade”

No elenco considerado para o momento, sete atletas são tratados como titulares absolutos: Rossi, Léo Pereira, Léo Ortiz, Pulgar, Jorginho, Arrascaeta e Samuel Lino.

Além deles, outros nove jogadores podem entrar como titulares dependendo da competição: Varela, Emerson Royal, Alex Sandro, Ayrton Lucas, Paquetá, Plata, Carrascal, Pedro, Bruno Henrique e Luiz Araújo.

Decisão com Pedro e Paquetá gera discussões

A opção de deixar Pedro e Paquetá no banco, apesar de ambos serem citados por Jardim como jogadores titulares, abriu discussões sobre a formação ideal do Flamengo para a fase decisiva do torneio. A rotação, defendida pelo técnico, segue como o eixo para sustentar as escolhas dentro de um elenco mais amplo.

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