José Boto, diretor de futebol do Flamengo, criticou a aplicação do impedimento semiautomático no Campeonato Brasileiro e a arbitragem na partida contra o São Paulo, no Maracanã, após o empate em 1 a 1 no último domingo. O dirigente questionou a clareza das imagens usadas para traçar a linha do impedimento e também reclamou de um possível pênalti não marcado a favor do Flamengo.
No confronto realizado no Maracanã, o gol de Wallace Yan foi anulado, o que alimentou a polêmica sobre a nova tecnologia do impedimento e a forma como ela vem sendo aplicada na competição. A equipe rubro-negra também levou para o debate a atuação do árbitro Anderson Daronco.
Boto cobra explicação sobre a linha do impedimento
A crítica de Boto teve como foco o procedimento da checagem. Ele cobrou esclarecimento sobre o momento em que a linha é definida para a decisão.
"Há um ponto que tem que ser esclarecido: quando é que aquela linha é traçada? Aquela linha deve ser traçada no momento do passe."
A fala se soma às dúvidas levantadas pela aplicação do impedimento semiautomático e à necessidade de que as decisões sejam compreendidas com transparência.
Arbitragem de Anderson Daronco e possível pênalti
Além do impedimento, José Boto também apontou questionamentos sobre a arbitragem. A partida teve Anderson Daronco como árbitro, com Rodrigo D'Alonso Ferreira no VAR.
O dirigente citou um possível pênalti não marcado envolvendo Wendell, do São Paulo, em um lance relacionado a toque de mão. Boto colocou a dúvida sobre a interpretação do lance à luz das regras.
"É sempre claro que a utilização do braço ostensivamente, mesmo que o braço esteja perto do corpo, para tirar vantagem, é falta ou não é falta?"
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