O Flamengo tenta encontrar um novo destino para Matías Viña, emprestado ao River Plate e fora dos planos do clube argentino, enquanto trabalha para avançar nas negociações com Thiago Almada, do Atlético de Madrid. A dificuldade central envolve o alto salário do jogador, na casa de R$ 1 milhão por mês.
O ponto que define o cenário é a decisão do Flamengo em relação ao vínculo com o lateral. O clube não aceitou a devolução de Viña ao River Plate, mesmo considerando essa possibilidade, e busca um acordo que permita a continuidade do jogador sem que ele retorne ao clube argentino.
Matías Viña não ganhou espaço no River Plate
Viña foi emprestado ao River Plate no início da temporada, mas não se firmou na equipe. Com isso, passou a ficar fora dos planos do clube argentino.
A situação levou o Flamengo a tratar o caso como um problema de encaixe, não como uma simples devolução. A diretoria trabalha para que exista um novo clube disposto a receber o atleta, dentro das condições contratuais envolvidas.
Salário alto trava conversas por um novo clube
O custo do contrato aparece como o principal entrave para viabilizar a saída. O salário de Matías Viña, próximo de R$ 1 milhão por mês, reduz o número de interessados e torna mais complexa qualquer negociação.
Diante desse cenário, o Flamengo tenta ajustar a operação para não ficar preso à devolução e, ao mesmo tempo, encontrar uma solução que permita a movimentação do elenco.
Flamengo negocia Thiago Almada e evita “leilões”
Enquanto trata a situação de Viña, o Flamengo tenta avançar com Thiago Almada. O meia, que pertence ao Atlético de Madrid, é visto como alvo para reforçar o elenco.
José Boto, diretor do Flamengo, viajou à Argentina para tratar da situação de Almada. A movimentação indica que o clube busca destravar pontos das conversas, mantendo a postura de não entrar em “leilões” para contratar o jogador.
Declaração de José Boto sobre a abordagem
Em fala atribuída a José Boto, ele explicou como enxerga a ida para a Argentina no contexto das tratativas: “O motivo da minha ida à Argentina não foi convencer o Almada, porque isso seria estúpido da parte do Almada se eu tivesse que ir para convencê-lo”.
A postura reforça o objetivo do Flamengo de conduzir as negociações dentro de um padrão que considera adequado para o negócio com Almada, sem alterar a estratégia com base em ofertas concorrentes.