O calendário de abril já é uma pequena amostra do que será a temporada rubro-negra. Disputando as principais competições, o Flamengo terá um calendário recheado até dezembro, com jogos duas vezes por semana. E foi neste cenário que o time se dividiu entre a estreia na Libertadores e a segunda rodada do Brasileirão.
O Flamengo fará apenas um treinamento para enfrentar o Vitória, no domingo, no Barradão. Isso porque a delegação chegou em Salvador no início da noite desta sexta-feira, após mais de 12 horas de viagem, direto da Venezuela, onde enfrentou o Deportivo Táchira, pela Libertadores. O treinamento acontece na tarde de sábado, no CT do Bahia.
A logística rubro-negra foi elaborada de forma cautelosa pelo departamento de futebol e pela comissão técnica há algumas semanas. Houve dificuldade para encontrar voo para a Venezuela. Não havia também a possibilidade de um voo direto.
Filipe Luís e José Boto no Flamengo — Foto: Divulgação / Flamengo
A opção foi um voo fretado até Santo Domingo (Venezuela), com escala em Manaus para abastecer, e um trajeto de uma hora de ônibus até San Cristóbal, local da partida. Foram mais de 12 horas de viagem desde a saída do Ninho do Urubu até o check-in no hotel da concentração.
O Flamengo entrou em campo menos de 24 horas depois e venceu o Deportivo Táchira por 1 a 0. Por causa de mais um empecilho de logística, a delegação precisou mudar o protocolo de praticamente todas as viagens e deixou o país somente no dia seguinte da partida.
Desta vez, após o trajeto de ônibus até Santo Domingo, a delegação voou para Manaus para abastecer a aeronave e seguiu viagem para Salvador. O Flamengo pousou na capital baiana no início da noite de sexta-feira e a programação determinou apenas descanso até a tarde de sábado, antes do treinamento. Somando a ida do Rio para a Venezuela e a viagem de lá para Salvador, foram mais de 24 horas em trânsito de avião e ônibus.
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— Isso é cansativo. Eu queria exaltar a forma como os jogadores encaram isso sem nenhuma queixa e com um profissionalismo enorme. Fizeram o jogo possível nas condições que tínhamos. A logística foi excelente, não tinha como ser melhor. Fizemos de tudo para ser o mais simples para os jogadores. A forma como os jogadores encaram isso é o que nos dá confiança para o futuro. Não fizemos o nosso melhor jogo, mas não havia condição de fazer melhor do que fizemos - comentou José Boto, diretor de futebol, ao canal "Flazoeiro" no desembarque na Bahia.
Juninho e Filipe Luís na Libertadores — Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
A boa notícia é que enquanto a delegação fazia a "missão" para chegar a Salvador, Gerson, Wesley, Arrascaeta e Plata faziam um voo rápido partindo do Rio de Janeiro para o mesmo local. O quarteto está recuperado de suas respectivas questões físicas e será relacionado para enfrentar o Vitória. Eles trabalharam no Ninho do Urubu na manhã de sexta-feira, antes de embarcarem.
O treino de sábado no CT do Bahia será a única atividade voltada especificamente para enfrentar o Vitória. Filipe Luís aproveitou o tempo da longa viagem para estudar o adversário, como antecipou na coletiva após a Libertadores.
— Do meu próximo rival, o Vitória, amanhã eu vou estudar e ver as partidas (...) É minha forma de trabalhar.
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