O Flamengo cobra R$ 42,75 milhões de Gerson e da empresa FGM Sports em um processo ligado à rescisão contratual, sustentando que o jogador já tinha um contrato assinado com o Zenit antes de pedir a saída do clube. O valor corresponde a 57 meses de vínculo não cumprido, e a cobrança é apresentada pelo clube como uma rescisão antecipada de contrato de imagem, com alegações de violação de regulamentos da FIFA e da CBF.
A cronologia destacada no conflito tem um marco em 3 de julho, quando Gerson protocolou o pedido de saída do Flamengo. O Flamengo, porém, sustenta que a assinatura com o Zenit ocorreu antes desse pedido de rescisão, o que, na avaliação do clube, configuraria descumprimento contratual.
Cobrança e base do cálculo
No processo, o Flamengo pede R$ 42,75 milhões de Gerson e da empresa FGM Sports. A multa, conforme o enquadramento do clube, equivale a 57 meses de vínculo não cumprido e está ligada à rescisão antecipada de contrato de imagem.
Argumentos do Flamengo e responsáveis citados
O Flamengo afirma que houve violação de regulamentos da FIFA e da CBF ao assinar com o Zenit sem observar as regras do vínculo mantido com o clube carioca. Nesse contexto, o clube também associa a condução das tratativas à figura de Marcão, pai e empresário de Gerson, que é citado por ser promotor de “alpinismo contratual irresponsável”.
Além disso, o Flamengo caracteriza Gerson como “descumpridor de contratos”, alinhando essa definição ao entendimento de que o contrato com o Zenit já existia antes do pedido de rescisão.