Flamengo fala sobre incêndio, mas não responde: as perguntas que ainda precisam ser feitas

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Dois dias de tragédia, dois pronunciamentos sem questionamentos. O Flamengo optou por falar, mas não responder às perguntas que surgiram com o incêndio que matou dez adolescentes e deixou três feridos no Ninho do Urubu, na manhã da sexta-feira. O primeiro foi o presidente Rodolfo Landim, em frente ao Ninho do Urubu, na sexta-feira. O segundo foi o CEO do clube, Reinaldo Belotti, que convocou a imprensa para o Flamengo se posicionar a respeito de uma série de questões. Faltaram as perguntas que ainda não têm resposta.

Quais as licenças que de fato o clube possui?

Quais exigências os bombeiros fizeram para conceder o laudo?

Por que o Ninho ficou aberto mesmo depois de a Secretaria de Fazenda interditá-lo por falta de alvará, em dezembro de 2018?

Por que o Fla ficou entre 2010 e 2017 sem licenças dos órgãos públicos para manter o Ninho do Urubu em funcionamento?

Havia um disjuntor que pudesse se desarmar em caso de curto-circuito?

Como é o programa de combate a incêndios para o Ninho do Urubu?

Como é o programa de combate a incêndios para o Ninho?

Fonte: Extra