O Flamengo busca reforços para a próxima temporada com foco em jogadores de beirada, e o planejamento é liderado por José Boto, diretor de futebol, com a participação do técnico Leonardo Jardim. Uma das possibilidades em análise é o meia-atacante Léo Scienza, do Southampton, cujo contrato vai até junho de 2029.
O diretor José Boto responde pelas contratações no clube, com aval do presidente BAP, enquanto Leonardo Jardim tem autonomia para solicitar novos jogadores e também definir saídas. Nesse desenho, Jardim atua diretamente no planejamento do elenco e orienta o clube sobre o perfil de atletas que quer para a equipe.
Prioridade por laterais e beiradas
A estratégia de mercado de Leonardo Jardim passa por uma mudança clara no tipo de reforço procurado. O técnico está contente com o desempenho de Pedro e enxerga jogadores de beirada como necessidade maior, principalmente pelo lado direito. A direção fica registrada na fala atribuída ao treinador: "Jardim está contente com o desempenho de Pedro e enxerga jogadores de beirada como uma necessidade maior, principalmente pelo lado direito."
Com isso, a busca do Flamengo não se concentra em um atacante de intensidade como prioridade, e sim em peças que atendam à necessidade específica do treinador para o desempenho do time.
Léo Scienza no radar e custos do negócio
Entre os nomes acompanhados, Léo Scienza aparece como uma opção para o Flamengo. O contrato do jogador com o Southampton vai até junho de 2029, mas existe possibilidade de transferência após a Copa do Mundo, dentro da janela em que o mercado costuma abrir para negociações.
No aspecto financeiro, o Flamengo precisaria pagar cerca de R$ 1,5 milhão mensais em salários para contar com Scienza, dado que entra no cálculo do clube para avaliar a viabilidade da investida.