Capitão do Flamengo, Diego viu o pênalti mais uma vez o colocar como vilão em jogo decisivo pelo time carioca. Depois de perder contra o Cruzeiro, na final da Copa do Brasil de 2017, ele voltou a desperdiçar diante do Athletico-PR, agora batendo de uma maneira fraca e no meio.
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Logo após a queda, ele falou com a imprensa e explicou a cobrança. Segundo o camisa 10, a decisão foi calculada, inclusive de bater com menos força e no meio do gol. No entanto, Diego deu os méritos ao goleiro Santos:
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"Quero dizer que a dor no peito está grande. Não vou esconder. Tenho que seguir em frente. Toda cobrança de pênalti é uma batalha entre o goleiro e o batedor. Ontem treinei esse pênalti, exatamente igual. Ele sai antes, bati no meio, não posso bater forte para não perder a precisão. Já fui campeão no Porto, na Copa América batendo pênalti", afirmou Diego, que completou:
"O aproveitamento não tem sido como gostaria. As decisões que tomo são conscientes. A batida no treino foi igual, deu certo. Ele tomou a decisão de ficar. Foi mais feliz que eu. Vai errar quem pegar a bola e bater", finalizou.
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Crédito da foto: Alexandre Vidal/Flamengo