O Cruzeiro reclamou de um pênalti não marcado envolvendo Léo Pereira, do Flamengo, em um lance ocorrido aos 41 minutos do primeiro tempo. A discussão foi motivada por um toque na mão do defensor após um cruzamento de William desviado por Pulgar.
A cena foi analisada pelo ex-árbitro Paulo Cesar Oliveira, comentarista de arbitragem do Grupo Globo, que avaliou que a penalidade não deveria ter sido marcada. Ele afirmou:
“O lance não foi intencional, e a penalidade não deveria ter sido marcada.”
O lance e a interpretação sobre a mão
O episódio aconteceu quando William cruzou a bola na área. Pulgar desviou a jogada, e a bola acabou atingindo a mão de Léo Pereira, circunstância que levou o Cruzeiro a pedir a marcação da penalidade.
Na leitura de Paulo Cesar Oliveira, o ponto central está na intencionalidade do toque, fator que costuma pesar na decisão quando a bola chega ao braço do jogador em meio à sequência do lance.
Um pedido em momento crucial
A reclamação do Cruzeiro surgiu em um momento crucial da partida, quando a equipe buscava uma vantagem no jogo. Em situações como essa, o entendimento sobre o critério aplicado pela arbitragem tende a ser decisivo para a continuidade do confronto.
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