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Com Abel e diretores que ficam, Flamengo abre duas frentes de transição no futebol

De forma gradual, a nova administração do Flamengo deu o pontapé no processo de transição no futebol. Enquanto finaliza a transição política, com a indicação dos vice-presidentes nos próximos dias, o grupo de Rodolfo Landim toma pé da situação na principal pasta do clube, que tem a frente o vice-presidente Marcos Braz.

São duas frentes:

Na primeira, Marcos Braz, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, e o próprio Landim, recebem informações passadas pelos diretores remunerados que vão permanecer no clube: Bruno Spindel, diretor-geral, e Carlos Noval, que dirige o futebol profissional mas volta para a base. Marcio Garotti, diretor de finanças, também se reuniu com o novo presidente.

Nesse contato, que começou a se intensificar, ficou claro que será necessário um certo tempo para que a nova gestão conheça os processos do clube e faça um julgamento sobre o que deve ser mantido ou alterado.

Por enquanto, a troca de informações é teórica e entre poucas pessoas. Profissionais que chefiam departamentos dentro do futebol ainda não foram acionados. Caso do chefe do departamento médico, Marcio Tanure, responsável pela reestruturação do Centro de Excelência em Performance. A nova gestão indicou que faria mudanças na área.

A outra frente se restringe aos planos de Abel Braga, anunciado como técnico na terça-feira. O novo comandante também passou a receber dos dirigentes atuais do Flamengo as informações sobre o status do futebol. Leia-se: estrutura, elenco e comissão técnica.

Por sua vez, Abel passa as impressões que têm desses temas e dá as diretrizes que acha conveniente em termos de dispensas e reforços. Já está claro que a reformulação drástica do grupo atual de jogadores não deve ocorrer. Ainda não houve uma visita do treinador às instalações do Ninho do Urubu.

A palavra de ordem no momento é prudência. Há, por exemplo, uma pendência importante para preencher: o cargo de executivo do futebol não tem um nome definido, mesmo com a administração imersa no mercado.

As opções cogitadas pelo grupo que assume o Flamengo atenderiam a um perfil de pouca autonomia, que ficaria mais para os dirigentes não profissionais. A ideia é ter ao menos um gerente de futebol para a gestão das questões do dia a dia do elenco, mais até do que para ir ao mercado. A expectativa é que todos os nomes sejam conhecidos até no máximo a próxima semana. O Flamengo se reapresenta no dia 2 de janeiro.

Fonte: O Globo

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