Bap diz que diferenças com Leila Pereira não devem travar negociações

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Luiz Eduardo Baptista, presidente do Flamengo, afirmou que “Flamengo e Palmeiras não precisam ser amigos, mas precisam sentar na mesa e discutir negócio como deve ser feito”, ao tratar da relação com Leila Pereira, presidente do Palmeiras, em entrevista ao podcast Sports Market Makers, publicada pela S1Live.

Bap também reconheceu que existe responsabilidade do Flamengo no desgaste entre os clubes. Ele disse: “Ela não é culpada por tudo de ruim da relação, também tenho minha parte.”

Relação pessoal, mas negociações profissionais

Na entrevista, Luiz Eduardo Baptista colocou a convivência entre dirigentes como um tema sensível, mas que não pode travar o trabalho em reuniões e tratativas. Ele resumiu a persistência de atritos com “quem bate esquece, quem apanha não esquece jamais”.

Ele ainda detalhou a forma como enxerga a postura esperada em encontros, citando situações em que a combinação da conversa não se transforma em apoio no dia da decisão. Nas palavras de Bap, “Você combina uma reunião, onde vai defender seu ponto de vista, mas quando chega no dia da reunião você fala que não vai ficar na reunião, mas que vai votar contra.”

Respeito, reciprocidade e postura

Luiz Eduardo Baptista reforçou que, na maneira de tratar as pessoas, busca manter o mesmo padrão. “Se me taca uma pedra, vou tacar uma pedra”, afirmou.

A lógica apresentada por ele para sustentar a postura é a reciprocidade em ambientes de convivência. “Se eu vou a um evento na sua casa e você me trata mal, por que você acha que vou te tratar bem?”, disse o presidente do Flamengo.