Quando o Diego Alves chegou em julho de 2017, a torcida se encheu de esperança e acreditou que o problema do gol estava resolvido. Esta era a tendência. Pouco mais de um ano depois, ele está bem? Sim. Arrebentando? Nem tanto. Bastou mais uma contusão para o goleiro revelar um lado egoísta.
Recusar viajar porque sabia que seria reserva do Cesar é desrespeito com o companheiro, elenco, comissão técnica e, principalmente, torcida, que tanto pediu por ele. A decisão da diretoria é simples: multa e ponto final. Se seguir com este comportamento imaturo, nova multa e suspensão. Se insistir, rescinde e cobra multa rescisória dele por mau comportamento.
Será que a experiência não fará o grande goleiro refletir? O exemplo do meia o Diego é um caminho, Diego Alves. Carteirada é igual gritar quando se perde o argumento.
Vale lembrar, para os que esquecem, o CLUBE é maior que qualquer jogador. Eles passam, o clube não.
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Crédito: Celso Pupo/ Fotoarena