A implantação do VAR, o sistema de árbitro de vídeo, na Copa do Brasil em 2018 aumentou, e muito, o tamanho das equipes de arbitragem.

Se antes era possível acomodar a equipe de arbitragem (só o juiz e os dois auxiliares) no banco traseiro de um Fusca, o jogo de ida da final, entre Cruzeiro e Corinthians , no Mineirão, terá nada menos que 18 profissionais em ação.

Mais do que suficiente para encher uma van!

Além do quinteto de arbitragem, do analista de campo e do inspetor, atuarão também seis profissionais só para o VAR, mais três operadores de replay e dois assistentes de revisão. Veja quem serão os 18 membros :

Desses, apenas os operadores de replay e os assistentes de revisão não são pagos diretamente por clubes e CBF, já que são funcionários técnicos da empresa contratada para auxiliar no uso do sistema de vídeo.

Já os Supervisores de VAR, por serem dirigentes da Confederação, recebem salário mensal.

No entanto, com a implantação do vídeo, os custos para times e para a CBF também aumentaram, já que um profissional designado para o vídeo recebe R$ 2.300,00, por exemplo - para comparar, o árbitro principal ganhará R$ 4.140,00.

Isso fora as diárias de R$ 600,00 que são pagas a cada profissional pela jornada.