Matías Viña, lateral-esquerdo do Uruguai emprestado ao River Plate, teve atuação criticada na Copa do Mundo e, no clube argentino, enfrenta um cenário que mantém em aberto a discussão sobre o futuro dele no Flamengo. O jogador tem contrato com o Flamengo até dezembro de 2028, enquanto sua situação no River Plate segue marcada por pouca regularidade.
Na estreia do Uruguai no torneio, Viña foi titular no empate contra a Arábia Saudita e foi substituído no intervalo. A performance dele foi alvo de críticas, com nota 3 em análise de desempenho, por falta de confiança e por erros na posse de bola. A avaliação também registrou pontos positivos e problemas durante a partida: “Sua atuação foi irregular, com boas recuperações de bola na construção de jogadas e arrancadas pela lateral esquerda, mas ele ocasionalmente perdia a posse de bola e não parecia confortável.”
Flamengo e River Plate: vínculo e concorrência
Viña é jogador do Flamengo, mas está emprestado ao River Plate, onde não tem sido titular. A concorrência na lateral esquerda passa por Marcos Acuña, enquanto Eduardo Coudet não inclui o uruguaio em seus planos, o que contribui para a instabilidade do atleta no clube.
Antes de não se firmar, o jogador foi pedido por Marcelo Gallardo para o River Plate, mas não ganhou espaço suficiente para se consolidar no time.
Poucos jogos e números sem impacto
Na temporada, Viña fez apenas 14 jogos pelo River Plate, sem gols e sem assistências. Esse volume limitado de partidas ajuda a explicar por que o jogador não aparece como opção frequente no elenco.
Além disso, o River Plate está em processo de reformulação, com a saída de 12 jogadores, movimento que pode alterar a dinâmica interna e influenciar o espaço disponível para atletas como Viña. Com esse contexto, e com o vínculo dele com o Flamengo até 2028, o retorno ao clube brasileiro segue como possibilidade ligada ao desenrolar do cenário no River Plate.