Torcida do Corinthians reclamou do tratamento recebido no Maracanã horas antes da decisão. Polícia Militar explicou procedimento
Flamengo e Corinthians fazem nesta quarta-feira (19), às 21h45, no Maracanã, a grande final da Copa do Brasil . Horas antes de a bola rolar para a decisão, torcedores do Timão reclamaram da hostilidade do tratamento nos arredores do estádio .
Em contato com a reportagem do ESPN.com.br , os corintianos denunciaram o cerco feito pela polícia, o que, segundo eles, evitou até que a torcida do clube paulista pudesse se alimentar. A segurança feita pela PM proibia que fossem compradas comida e bebida através das barreiras de grade.
“ A gente está sendo oprimido, não estão deixando a gente comer. Tem (comida com ambulantes para) comer e não deixam a gente comer. Estão oprimindo a gente aqui. Está tudo errado ”, reclamou um dos torcedores.
“O pessoal só bebe. Água e cerveja só. E a cerveja está R$ 12”, disse outro corintiano.
“Faltou o lanche para nós comermos. Uma água, um suco”, completou um terceiro torcedor.
Em contato com o ESPN.com.br , a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro afirmou que a medida de segurança é adotada para todas as torcidas visitantes para evitar confrontos entre rivais .
A ideia do cerco é evitar que a torcida do Corinthians circule pelas ruas para que não haja confusão. Segundo a PM, um dos ônibus com a torcida paulista chegou com pedras e arremessou o material em direção a torcedores do Flamengo.
Vale lembrar que por ser um jogo de grande porte, é preciso uma nova divisão para a entrada das duas torcidas, algo diferente do que acontece em jogo normal, quando o espaço localizado nas entradas C e D fica à disposição do visitante.
Em campo, depois do empate em 0 a 0 na ida , quem vencer fica com a taça. Uma nova igualdade no placar leva a definição para as penalidades.
Próximos jogos do Corinthians:
Flamengo (F) - Copa do Brasil (19/10, 21h45)
Santos (F) - Brasileirão (22/10, 19h)
Fluminense (C) - Brasileirão (26/10, 21h45)