Com a missão inglória de ter que tirar uma vantagem de 4 a 0 do Flamengo , o Vélez Sarsfield desembarcou no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro pouco depois das 20h desta terça-feira, véspera do confronto decisivo. Os argentinos chegaram em silêncio e sob poucos holofotes.
O único a falar da delegação do Vélez foi o presidente do clube, Sergio Rapisarda. Bem-humorado, apostou numa "remontada" , como dizem os hermanos .
- Será 5 a 1 e vamos para os pênaltis - disparou Sergio, que explicou que os jogadores não estavam autorizados a falar.
Lucas Pratto, à esquerda, é o jogador do Vélez mais conhecido do público brasileiro — Foto: Bruno Murito
Meia-hora antes do desembarque dos jogadores, um pequeno grupo de torcedores chegou para apoiar o Vélez. Um deles brincou: "São tão ruins que tinham que vir de ônibus".
Apesar da corneta, o grupo prometeu fazer grande festa no Calçadão de Copacabana na manhã de quarta-feira.
Max, Eduardo, Ivan e Ariel vieram dar força ao Vélez, mas cornetaram qualidade do time — Foto: Bruno Murito
Banda recebe mais holofotes do que os argentinos
A banda italiana Måneskin desembarcou cerca de 10 minutos antes que os jogadores do Vélez, e a recepção foi bem mais calorosa. Fãs os pararam por fotos, vídeos e autógrafos, cenário bem diferente ao vivido pela delegação de El Fortín.
Måneskin foi recebido com muito mais holofotes do que o Vélez Sársfield — Foto: Bruno Murito
Para chegar à final da Libertadores, o Vélez precisará de um pequeno milagre no Maracanã, a partir das das 21h30 (de Brasília), um dia antes da apresentação do Måneskin no Palco Mundo do Rock in Rio: ao menos uma vitória por quatro gols de diferença para forçar decisão por pênaltis.
— Foto: Reprodução
Assista: tudo sobre o Flamengo no ge, na Globo e no sportv