O ex-dirigente do Flamengo, Marcos Braz, abordou em entrevista ao programa "Bola da Vez", conduzida por André Plihal, a polêmica em torno da camisa 10 do clube, que foi assumida por Gabigol após a aposentadoria de Diego Ribas, em dezembro de 2022. Conforme apurou Plihal, Braz esclareceu que Gabigol foi o primeiro jogador a solicitar a icônica camisa, o que influenciou sua decisão.
A escolha da camisa 10
Braz explicou que a dúvida sobre quem ficaria com a camisa 10 surgiu após a saída de Diego Ribas. "Ou era para ele, ou era para o Arrascaeta. Era uma para os dois. O Gabigol já tinha pedido anteriormente, eu tinha tratado com ele", disse. O dirigente enfatizou a importância de cumprir promessas feitas aos jogadores, afirmando que "depois que dei minha palavra, eu não ia voltar atrás".
Gabigol assumiu a camisa 10 em 2023, mas a situação se complicou em 2024, quando o atacante foi punido por usar a camisa do Corinthians, o que resultou na troca pela camisa 99. Braz destacou que "quem deu a 10 para o Gabigol fui eu. Quem tirou fui eu", ressaltando que a decisão não foi influenciada por intermediários.
A repercussão da punição
A punição de Gabigol gerou grande repercussão, especialmente em meio a rumores sobre sua saída do Flamengo. "Não era o Gabigol ou o Arrascaeta, não era um ou outro. É que um chegou, se ligou primeiro", explicou Braz, referindo-se à solicitação de Gabigol antes da de Arrascaeta, que foi feita por meio de seu empresário.
A situação envolvendo a camisa 10 e a punição de Gabigol reflete a complexidade das relações dentro do futebol e a importância de decisões tomadas por dirigentes. A entrevista de Braz, que vai ao ar neste sábado, 21 de março de 2026, às 20h (de Brasília), no Disney+, promete trazer à tona mais detalhes sobre essas polêmicas e suas consequências no ambiente do clube.
Com as declarações de Marcos Braz, a expectativa é que torcedores e analistas do futebol reflitam sobre a importância da camisa 10 na história do Flamengo e sobre as questões que cercam a relação entre atletas e dirigentes. A entrevista destaca não apenas a trajetória de Gabigol, mas também os desafios enfrentados pelo clube em um cenário repleto de pressões e expectativas.