Marcelo Barreto, no SporTV, comparou a trajetória da seleção inglesa em Copas do Mundo com a evolução do Flamengo na Libertadores ao levantar a reflexão sobre como um cenário de favoritismo pode, ou não, se transformar em conquistas. O apresentador resumiu o paralelo com a frase: “O Flamengo era a 'Inglaterra da Libertadores'.”, e em seguida reforçou que o clube “mudou completamente de patamar nos últimos anos.”
Inglaterra: uma conquista em 1966 e semifinais como melhores marcas
A seleção inglesa conquistou sua única Copa do Mundo em 1966. Depois disso, não conseguiu repetir o feito, e suas melhores campanhas em Copas do Mundo ficaram nas semifinais de 1990 e 2018.
Esse histórico ajuda a explicar por que a Inglaterra carrega tradição no futebol, mas também enfrenta a dificuldade de transformar expectativa em título quando chega ao momento decisivo.
Flamengo: a virada depois de 2019 na Libertadores
No comparativo feito por Barreto, o Flamengo aparece como exemplo de mudança de rota. O clube era visto como um favorito que frequentemente não fechava a conta, mas passou a figurar entre os maiores vencedores da Libertadores desde 2019.
A diferença, nesse recorte, é que o Flamengo conseguiu converter consistência em conquistas no continente, alterando o patamar do time na competição.
A provocação e o possível caminho para a seleção inglesa
Ao aproximar os dois históricos, Barreto coloca a Inglaterra em um cenário de cobrança semelhante ao que marcou o Flamengo em outras fases. A análise sugere que a seleção pode estar em um momento de transição, buscando transformar seu potencial em títulos, como o Flamengo fez recentemente na Libertadores.
Com o retrospecto inglês concentrando as melhores campanhas em 1990 e 2018, a comparação abre espaço para a ideia de que a trajetória pode seguir um rumo parecido com o do Flamengo, desde que o favoritismo seja sustentado até o fim do torneio.