O Flamengo encara o Defensa y Justicia nas oitavas de final da Conmebol Libertadores , escapando das pedreiras do pote 2, como São Paulo , Boca Juniors e River Plate Caminho mais tranquilo? Não para o vice de futebol Marcos Braz.
Em entrevista à FlaTV, o dirigente comentou sobre o adversário do time carioca. Segundo ele, é sempre perigoso enfrentar um time argentino. Apesar de contar com uma boa logística, uma ida ao país vizinho sempre foi algo que Braz preferia evitar.
"É o que sempre falo, não mudo minha narrativa. Eu sempre torço para que não pegue argentino. Caiu, vamos jogar, vamos jogar com tranquilidade como se fosse qualquer um. Logística mais tranquila, sempre me preocupo com essas questões. Vamos analisar aí como vai ser o chaveamento, o caminho. A gente é otimista e analisa o caminho", disse o cartola.
Durante a conversa, Braz foi questionado pelo apresentador Emerson Santos sobre o caminho rubro-negro em chave teoricamente mais tranquila, sem Atlético-MG, Boca Juniors, River Plate, Palmeiras e São Paulo. Braz pegou respeito à chave com Defensa, Internacional , Olimpia , Vélez Sarsfield , Barcelona , Cerro Porteño e Fluminense , mas admitiu que o outro lado está mais 'salgado'.
"Pedreira", disse Braz quando perguntado sobre o duelo entre Atlético-MG e Boca.
'É um chaveamento bom né Braz?", questionou Emerson.
"É pedreira (risos). É o Flamengo fazer o dever dele, do nosso lado tem o Inter, Vélez... querer achar que um Inter seja fraco é longe disso, tem muita tradição. Do outro lado está um pouco mais salgado", completou o vice de futebol.