Belo Horizonte - O gerente de futebol Luiz Carlos de Azevedo questionou o critério do VAR e disse que o Flamengo se sentiu prejudicado na vitória sobre o Atlético-MG por 4 a 2 , nesta quarta-feira (3). De acordo com ele, no entendimento do clube, não houve pênalti de Allan em cima de Vargas, que culminou no gol do Hulk. O dirigente também ressaltou que, como a infração foi assinalada, o mesmo deveria ter acontecido em um lance em cima de Pulgar, já na reta final de partida.
"Ontem assistimos com muita indignação à seleção ser prejudicada por um pênalti claríssimo em cima do Vini Jr, e simplesmente o VAR não chamou. Venho aqui hoje novamente para poder, em cima de uma grande vitória da nossa equipe contra um grande adversário, entender o critério do VAR. A comissão de arbitragem tem recebido nossa diretoria, existe um diálogo, mas novamente, no nosso entendimento, o Flamengo foi prejudicado".
"Se foi pênalti no Allan, que no nosso entendimento não foi. Nosso atleta toca primeiro a bola. No ato continuo do movimento, ele tem o contato com o adversário. O árbitro de campo não marca, e simplesmente o VAR chama para marcar pênalti. Queríamos entender qual foi o critério do VAR na não marcação do pênalti do Erick (Pulgar). Não existe nenhum contato do atleta adversário na bola".
"Nosso atleta toma rasteira, cai e simplesmente o VAR nem chama. Num jogo de altíssimo nível, de alta intensidade, importantíssimo. Mais uma vez não ficamos sem entender qual é o critério. Importante ressaltar que estamos vindo aqui depois de uma grande vitória. Quando falarmos num resultado adverso, vão dizer que foi muleta, que é choro de perdedor. Mais uma vez, volto a frisar: o Flamengo se sente prejudicado e gostaria de entender qual é o critério do VAR".

Agenda e tabela

Com o resultado, o Flamengo chegou aos 30 pontos e segue na ponta da tabela. A equipe de Tite volta a campo no próximo sábado, às 20h, para enfrentar o Cuiabá no Maracanã. A partida é válida pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro.