
Gatito Fernández tem sido um dos destaques do Botafogo nesta temporada. Há quem brinque pedindo a convocação dele para a Seleção Brasileira. Mas no Brasil, goleiros estrangeiros não é novidade
(Foto: NORBERTO DUARTE / AFP)

O pai de Gatito, Gato Fernández, titular do Paraguai na Copa do Mundo de 1986 e na conquista da Copa América de 1979, defendeu Inter e Palmeiras na década de 90. Foi campeão da Copa do Brasil de 1992 pelo Colorado
(Foto: HO / AFP)

Time de Gatito, o próprio Botafogo apostou em 2008 no goleiro uruguaio Juan Castillo, que teve passagem de três anos no clube, conquistando o Estadual de 2010, mas no banco
(Foto: JACK GUEZ / AFP)

Na década de 90, o colombiano Eduardo Niño teve passagem apagada pelo Botafogo, ficando marcado por gols sofridos de cobertura. Assim como seu compatriota Higuita, gostava de sair da área. Hoje é treinador de goleiros da seleção colombiana e posa ao lado de Falcao García
(Foto: LUIS ACOSTA / AFP)

O uruguaio Fernando Àlvez foi goleiro do Botafogo na década de 80, no período do jejum de títulos. Por anos foi titular da seleção celeste
(Foto: STAFF / AFP)

Ubaldo Fillol, goleiro campeão mundial pela Argentina em 1978, defendeu o Flamengo na década de 80. Teve bom desempenho, mas não conquistou títulos relevantes
(Foto: STAFF / AFP)

Martin Silva é atualmente um dos ídolos da torcida do Vasco. O goleiro da seleção do Uruguai é titular na Colina
(Foto: GREGG NEWTON / AFP)

O argentino Andrada foi campeão brasileiro pelo Vasco em 1974, mas ficou marcado por ter sofrido o milésimo gol de Pelé. Também defendeu o Vitória da Bahia
(Foto: Reprodução)

O montenegrino Željko Tadic passou pelo Vasco em 2004 sem deixar grandes saudades junto aos torcedores
Divulgação

O uruguaio Leo Percovic viveu momentos complicados no Fluminense, na década de 90, incluindo dois rebaixamentos. Porém, ficou marcado pela pancadaria no jogo contra o Atlético-PR na Laranjeiras, quando brigou com Ricardo Pinto. Também teve passagem apagada pelo Atlético-MG, antes do Flu, em 1994
(Foto: Reprodução)

O chileno Johnny Herrera teve passagem apagada pelo Corinthians. Chegou com status de titular em 2006 e virou terceiro goleiro, sendo negociado no ano seguinte
(Foto: MARTIN BERNETTI / AFP)

Outro que não vingou no Corinthians foi o paraguaio Aldo Bobadilla, que em 2010 foi contratado, tendo poucas oportunidades
(Foto: JUAN MABROMATA / AFP)

O chileno Roberto Rojas foi goleiro do São Paulo na déacada de 80, mas ficou marcado pelo episódio da 'fogueteira', quando simulou ter sido atingido por um rojão no duelo entre Brasil e Chile pelas Eliminatórias para a Copa de 1990
(Foto: JOSE DURAN / AFP)

Rodolfo Rodriguez foi ídolo do Santos na década de 80, com defesas marcantes e grandes atuações. Foi campeão paulista em 1984. Também teve passagens por Portuguesa e Bahia, sendo campeão baiano em 1993 e 1994
(Foto: HO / EL GRAFICO / AFP)

O colombiano Juan Henao teve passagem bem apagada pelo Santos em 2005
(Foto: TORU YAMANAKA / AFP)

Outro que não vingou na Vila Belmiro foi o chileno Nelson Tapia, que defendeu o Santos em 2004
(Foto: LUIS ACOSTA / AFP)

O camaronês Bassey William Andem, que defendeu sua seleção na Copa de 1998, teve passagens apagadas por Cruzeiro e Bahia na década de 90
(Foto: NICOLAS ASFOURI / AFP)

Ladislao Mazurkiewicz, uruguaio que para muitos foi o melhor goleiro do mundo na década de 70, defendeu o Galo com sucesso entre 1972 e 1974
(Foto: STAFF / AFP)

Titular da seleção do Uruguai, Fabián Carini defendeu o Atlético-MG entre 2009 e 2010, neste último ano sendo campeão mineiro
(Foto: MIGUEL ROJO / AFP)

O paraguaio Ricardo Javier Tavarelli foi goleiro do Grêmio em 2004 e ficou marcado pela queda no Campeonato Brasileiro
(Foto: NORBERTO DUARTE / AFP)

O argentino Pato Abbondanzieri, que brilhou no Boca Juniors, se despediu do futebol em grande estilo com a camisa do Inter, conquistando a Copa Libertadores de 2010
(Foto: PABLO PORCIUNCULA / AFP)

O argentino pegador de pênaltis Sergio Goycochea defendeu o Inter entre 1995 e 1996, mas sem grande brilho
(Foto: ANTONIO SCORZA / AFP)
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