Enquanto tenta retomar a soberania que conseguiu em 2019, o Flamengo planeja a retomada de um projeto que não é novo, mas que passou a ganhar força outra vez na Gávea: internacionalizar a marca.
Segundo Rodrigo Tostes, vice-presidente financeiro, o clube estuda possibilidades de estruturar uma franquia. A ideia foi detalhada pelo dirigente em entrevista a Rodrigo Capelo, jornalista do portal GE , apontando Europa e Estados Unidos como prováveis destinos para o projeto.
“A história é levar o Flamengo para fora. Las Vegas foi o primeiro teste que a gente fez, que não foi bem-sucedido. Mas a decisão estratégica basicamente está montada em cima de uma tendência”, disse Tostes.
Na nossa visão, para os próximos dez anos, o Flamengo precisa internacionalizar a marca. A gente precisa buscar outros países e se posicionar nesses outros países”.
De acordo com o dirigente, o projeto de internacionalizar o Flamengo passa por três pilares fundamentais: gerar receita em moeda forte, ter outra vitrine para atletas e reforçar transferências e oferecer à torcida outro 'produto' que possa ser monetizado, segundo escreve o jornalista Rodrigo Capelo.
A ideia do Rubro-Negro, no entanto, tem diferenças daquele executado pelo grupo que comanda o Manchester City , exemplo mundial em 'franquias' no futebol.
O clube brasileiro trabalhará ao lado de instituições financeiras e apenas licenciará sua marca para sua filial, enquanto o City Football Group é responsável pelo aporte de dinheiro e a gestão esportiva de seus projetos.