Bruno Henrique estava em sua própria metade do campo e não poderia estar impedido, segundo os torcedores. Mas não é assim. Embora seus pés estivessem, sim, atrás da linha de meio campo, a inclinação do seu corpo, quando projetado na grama, leva a crer que o atacante estava mesmo impedido. Por muito pouco, mas impedido. O problema é que a imagem oferecida pela Conmebol é de baixa qualidade, o que alimenta as teorias da conspiração.
Já no pênalti de Rafinha, não houve nada. O atacante do time equatoriano percebeu que ia chegar antes na bola e forçou a queda. Rafinha, da mesma forma, percebeu que ia chegar atrasado e tirou o pé. Contato no joelho de Rafinha foi provocado pela queda forçada do equatoriano. Juiz mal posicionado marcou. E o VAR não corrigiu porque não considerou um erro claro a marcação do pênalti, ou por inexperiência e pressão de dar uma resposta rápida.
Jorge Jesus teve motivos para reclamar em sua estreia na altitude — Foto: Alexandre Vidal/Flamengo
Em qualquer uma das duas possibilidades, o VAR se agarrou no contato para confirmar a decisão equivocada do árbitro. Afinal, confirmar é sempre mais fácil do que corrigir. E é isso que as Comissões de Arbitragem, ao defenderem os erros dos árbitros, tem ensinado constantemente aos árbitros.
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2FU%2FP%2FZlM1qxQCG7ylhjzHk4XA%2F55271970708-b206d2fc1a-k.jpg&w=768&q=75)

%2Fhttps%3A%2F%2Fs04.video.glbimg.com%2Fx720%2F14792215.jpg&w=768&q=75)
