Flamengo ouve funcionários responsáveis pelo CT antes de depoimentos à polícia

A falta de informações em um mês de gestão é uma das explicações para a diretoria do Flamengo não esclarecer perguntas sobre as irregularidades do Centro de Treinamento, assim como a respeito das instalações do alojamento da base em que dez atletas morreram. Nos primeiros dias após a tragédia, o clube se dedicou a ouvir funcionários e ex-dirigentes que dessem explicações para a falta de alvará do Ninho do Urubu, além de dados sobre a segurança do local.

Entre os profissionais do clube, estão Marcelo Helmann, diretor administrativo, Luiz Humberto, gerente de patrimônio, e um segurança do trabalho. Também participaram de sabatinas o ex-vice de patrimônio, Alexandre Wrobel, e o engenheiro Marcelo Sá, responsável pelas obras do Centro de Treinamento.

A diretoria do Flamengo contou com auxílio do vice-jurídico da gestão do presidente Eduardo Bandeira de Mello, Flavio Willeman, na interlocução com o Ministério Público. Bandeira, em si, não foi incluído na roda de discussões, mas se colocou à disposição da nova direção e das autoridades.

Alguns dos funcionários já foram ou ainda serão ouvidos pela Polícia Civil, que investiga o incidente. Presentes no dia da tragédia, o segurança Benedito Ferreira e o monitor Marcos Vinicius já foram ouvidos sobre o incêndio em si.

O Flamengo prefere se manter em silêncio e que as autoridades investiguem e façam as perguntas a quem esteve direta ou indiretamente envolvido na decisão de um alojamento modular ser usado pelos jovens da base que eram de outros estados.

Fonte: Extra

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