Flamengo negocia empréstimo de Marcos Leonardo enquanto Paquetá se distancia do clube

Na última sexta-feira (29), o presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, conhecido como BAP, acendeu a chama da esperança na torcida ao afirmar: “Nação, vamos por mais, porque a janela não acabou ainda”. Essa declaração rapidamente gerou especulações sobre dois jogadores de destaque: Lucas Paquetá e Marcos Leonardo.

Paquetá: um sonho caro

Lucas Paquetá, atualmente no West Ham, é um desejo antigo da torcida rubro-negra. Contudo, a realidade financeira do clube inglês torna a negociação extremamente complicada. O West Ham estipula um valor de 50 milhões de libras (aproximadamente R$ 360 milhões) para liberar o jogador, um montante que já impediu até mesmo conversas com outros clubes da Premier League, como Everton e Aston Villa. Assim, a tendência é que Paquetá permaneça em Londres até pelo menos a próxima janela de transferências, apesar do anseio dos torcedores em vê-lo novamente com a camisa do Flamengo.

Marcos Leonardo: uma possibilidade mais viável

Por outro lado, a situação de Marcos Leonardo, atacante de 22 anos revelado pelo Santos e atualmente no Al-Hilal, apresenta um cenário mais otimista. O Flamengo já iniciou conversas por meio de intermediários e está explorando a possibilidade de um empréstimo de uma temporada e meia. Um dos desafios a ser superado é o salário do jogador, que gira em torno de R$ 5 milhões mensais na Arábia Saudita. No entanto, fontes indicam que Marcos Leonardo estaria disposto a aceitar uma redução significativa em seu salário para facilitar a negociação.

Diretoria em ação

José Boto, diretor executivo do Flamengo, está liderando as tratativas e trabalha contra o tempo, uma vez que a janela de transferências se encerra no dia 2 de setembro. Além do valor e da duração do empréstimo, a obrigatoriedade de compra futura também está sendo discutida nas negociações.

Se os detalhes forem ajustados nos próximos dias, Marcos Leonardo pode ser anunciado como o novo reforço rubro-negro ainda nesta semana. Por outro lado, a situação de Paquetá permanece como um sonho distante, tanto para a diretoria quanto para a Nação.

Fonte: Redação Netfla
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