Após uma longa novela, o Flamengo desistiu de contratar o lateral Rafinha. O motivo foi a falta de recursos financeiros, que rendeu até mesmo um mal-estar entre o presidente Rodolfo Landim e o marketing do clube, como informou o colunista Mauro Cezar Pereira em seu blog no portal UOL .
De acordo com a publicação, a dificuldade do clube em conseguir patrocínios desde o início da gestão Landim, em janeiro de 2019, é algo que gera discussão interna. São quatro espaços na camisa que não foram vendidos. A pasta é comandada por Gustavo Oliveira.
Durante a semana, o ESPN.com.br trouxe detalhes dos bastidores da negociação que se arrastava. A parte financeira, de fato, foi o que emperrou o retorno do lateral. A idade avançada e a saída repentina de Rafinha, não superada por alguns dirigentes importantes da direção rubro-negra, também pesaram na hora da negociação.
Rafinha tinha acerto com o departamento de futebol, comandado pelo vice-presidente da pasta, Marcos Braz, e o diretor executivo, Bruno Spindel. Segundo o site globoesporte.com , os dois foram até a casa de Rafinha, na noite da última sexta-feira, para avisar ao lateral da saída do Flamengo da negociação.
Com isso, Rafinha agora vai ouvir propostas de outros clubes. O jogador, que tem ofertas de outros times do país, autorizou seus representantes a ouvi-las com após a desistência do Flamengo.
No atual elenco, o Flamengo tem dois laterais para a função: o chileno Mauricio Isla, contratado no ano passado assim que Rafinha chegou e que tem um salário alto para o padrão da posição do Brasil, e Matheuzinho.
O jovem, inclusive, é muito bem avaliado pela direção e, com apenas 20 anos, é a esperança para o futuro na posição e, consequentemente, de uma venda para o futebol europeu.