Flamengo cedeu percentual de Paquetá a agente em 2013, no primeiro contrato. Entenda

O Flamengo vai receber 70% dos 35 milhões de euros acertados com o Milan pela venda de Lucas Paquetá, fora as bonificações, uma vez que cedeu parte do percentual de direitos econômicos hoje sob o poder do atleta e seus representantes no primeiro contrato profissional, assinado em 2013.

A proporção se manteve após a Fifa decretar o fim da cessão de direitos econômicos a terceiros que não os clubes, em 2015. E a empresa Brazil Soccer ainda detém 30% desde então. A parcela foi obtida na negociação com o Flamengo no início da gestão atual.

Paquetá chegou ao Flamengo em 2009, e na base já era representado pelo empresário Eduardo Uram, que bancou seu recondicionamento, inclusive. No início, o clube tinha 90% dos direitos. Em 2013, ainda sem sinais de que vingaria, o jogador foi mais fatiado pelo Flamengo.

Durante a entrevista coletiva nesta quarta-feira, os dirigentes atuais não falaram sobre o tema. Questionado posteriormente, o presidente Eduardo Bandeira de Mello, que estava no primeiro mandato, confirmou a informação sobre a cessão de direitos, mas não explicou as circunstâncias.

A reportagem entrou em contato com Wallim Vasconcellos, vice de futebol na primeira gestão de Bandeira, e ele também não soube explicar o motivo de o clube ceder parcela dos direitos aos empresários, decisão até certo ponto típica antes da mudança das regras. Paulo Pelaipe, então executivo, também não.

O diretor atual, Carlos Noval, que era da base e conduziu o processo de transição de Paquetá desde 2009, também foi procurado, mas não retornou os contatos.

Fonte: O Globo

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