O Flamengo quer ter sua torcida de volta nas arquibancadas no jogo de volta contra o Defensa y Justicia , no dia 21 de julho, pelas oitavas de final da Conmebol Libertadores , mesmo que para isso tenha que jogar longe do Maracanã. De acordo com o GloboEsporte.com , o plano da diretoria Rubro-Negra é que a partida não seja no Rio de Janeiro.

Com a liberação da presença de público na final da Copa América e com o protoloco divulgado pela Conmebol para a liberação de torcedores em jogos válidos pela Libertadores e Sul-Americana , o clube pretender mandar o jogo no estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Ainda de acordo com o site, o time da Gávea entende que a liberação de público na capital federal é vista de forma mais receptiva, diferente do Rio de Janeiro, onde Eduardo Paes, prefeito da cidade, não deve autorizar a presença de torcedores no Maracanã, visto os problemas de exames falsos de COVID-19 e aglomerações que aconteceram na final da Copa América, no último sábado (10).

Na decisão foi liberada 10% da capacidade de cada setor do Maracanã. Após a partida, Paes afirmou que não gostou do que viu e que os problemas foram maiores do que ele imaginava.

''Vou consultar as autoridades sanitárias do município para que decidam sobre público nos próximos jogos, mesmo limitado. Mas pelo que vi aqui e ali...'', disse o prefeito.

Do outro lado, Rodrigo Dunshee de Abranches, vice-presidente geral e jurídico do Flamengo, garantiu que o Rubro-Negro vai tomar as medidas cabíveis, uma vez que o clube se sente pronto para realizar um jogo dentro de todos os protocolos sanitários.

''Se o prefeito trata o Flamengo diferente de outras entidades do futebol, se a ciência municipal é uma para uns e outra para o Flamengo, então caberá ao clube adotar as providências que julgar corretas. O Flamengo sabe fazer futebol melhor que ninguém, conhece a sua torcida e o estádio melhor que todos, e está pronto para fazer um belo jogo com todos os protocolos sanitários'', disse o dirigente.