Diego Alves vê sondagem da Arábia e força saída, mas Fla 'arrasta' novela

Thiago Ribeiro/AGIF
Diego Alves em ação pelo Flamengo; goleiro e clube batalham nos bastidores

A novela Diego Alves já passou de duas semanas e está longe do fim no Flamengo. Protagonista de seguidas polêmicas, o goleiro tem contrato até 31 de dezembro de 2020, mas não vestirá mais a camisa rubro-negra em 2018. O rompimento entre as partes está selado, mas o clube "cozinha" a situação enquanto o camisa 1 força a saída.

Diego Alves tem sondagens do exterior. A principal delas é do Al-Ittihad, da Arábia Saudita. O desejo de deixar o Flamengo por conta do imbróglio cresce a cada dia, quase que na mesma proporção em que o jogador registra nas redes sociais as atividades realizadas em horários distintos do elenco, já que está em tratamento de uma entorse no joelho.

O goleiro e o empresário Eduardo Maluf se armam no aspecto jurídico na expectativa de produzir provas para uma provável batalha nos tribunais. O Flamengo faz o mesmo. Documenta tudo o que é tratado com jogador e agente, seguindo orientação de advogados.

Para a diretoria, Diego Alves não tem mais clima para defender o Rubro-negro. A saída do goleiro poderia representar até um alívio, mas nada acontecerá antes do encerramento do Campeonato Brasileiro. O camisa 1 continuará apenas treinando, enquanto o Flamengo exigirá as melhores condições para desfazer o contrato.

Ainda que o clube passe por uma eleição em 8 de dezembro, o vice-presidente de futebol e candidato Ricardo Lomba quer utilizar o goleiro como moeda de troca em busca de reforços para a próxima temporada. Caso contrário, o Flamengo tem um contrato com multa milionária em mãos e pretende utilizá-lo.

Se um clube brasileiro quiser contar com Diego Alves, será necessário dispor de R$ 40 milhões para pagar a cláusula de rescisão. Esse valor, inclusive, mais do que dobra para o mercado externo. O Rubro-negro, por outro lado, sabe que dificilmente um candidato investirá tanto em um goleiro que já deixou o auge da carreira.

Neste caso, as partes precisariam entrar em acordo, o que está absolutamente distante no momento. O "caso Diego Alves" tem tudo para ser uma das primeiras tarefas do próximo presidente no futebol do Flamengo. Quem for eleito terá uma missão árdua pela frente. Com acordo ou nos tribunais, um fato aparentemente está consumado: o fim da trajetória do goleiro pegador de pênaltis no Rubro-negro.

Fonte: Uol

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