CIES aponta Barcelona como líder em ativos de base; Corinthians é o melhor do Brasil

O Observatório do Futebol CIES divulgou uma pesquisa que aponta os clubes com os melhores ativos formados nas suas categorias de base. O Barcelona lidera o ranking, com um total de 738 milhões de euros em "joias sob contrato". A pesquisa considera jogadores formados nas equipes que estão atualmente no plantel ou emprestados e foi feita até o dia 27 de janeiro de 2026.

O destaque da lista é Lamine Yamal, do Barcelona, avaliado em 335 milhões de euros. O top 5 é completado por Manchester City (286 milhões de euros), Bayern de Munique (284 milhões de euros), Real Madrid (256 milhões de euros) e Arsenal (235 milhões de euros). Apenas três clubes brasileiros aparecem na lista.

Clubes brasileiros no ranking

O Corinthians é o clube brasileiro mais bem posicionado, ocupando a 18ª colocação com ativos avaliados em 52 milhões de euros. O destaque do Timão é Breno Bidon, avaliado em 19 milhões de euros. O Vasco vem em seguida, na 23ª posição, com Rayan avaliado em 35 milhões de euros. O Palmeiras, por sua vez, é o terceiro brasileiro na lista, com Luighi como seu maior ativo, avaliado em 9 milhões de euros e um total de 30 milhões de euros em ativos da base.

O Flamengo, apesar de ter anunciado a contratação de Lucas Paquetá por 27 milhões de euros no dia 30 de janeiro, não figura na lista do CIES. A pesquisa não incluiu o clube devido ao recorte feito até o dia 27 de janeiro, quando os dados foram coletados. O valor da negociação com Paquetá foi dividido em 15 milhões de euros à vista e três parcelas de 9 milhões de euros.

Análise do desempenho

A análise do CIES revela um panorama interessante sobre a formação de atletas nas categorias de base. Enquanto clubes europeus dominam o ranking em termos de valor, os brasileiros ainda buscam se destacar nesse aspecto. O desempenho dos clubes brasileiros na formação de jogadores de alto valor de mercado é um ponto que pode ser explorado para entender as finanças e a sustentabilidade dos clubes no futuro.

Essas informações servem como um indicativo do potencial dos jovens talentos no futebol brasileiro e a importância que os clubes devem dar às suas divisões de base para garantir um retorno financeiro e esportivo a longo prazo.