O Flamengo inicia nesta terça-feira (20) mais uma caminhada em busca do terceiro título da Conmebol Libertadores . A equipe carioca estreia na competição diante do Vélez Sarsfield, na Argentina. O FOX Sports transmite o duelo ao vivo, a partir das 21h30, enquanto o ESPN.com.br faz cobertura do tempo real, com vídeos, da partida.
Na chegada ao aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, antes do embarque para a Argentina, Marcos Braz, vice-presidente de futebol do Flamengo, conversou com a imprensa e precisou explicar o imbróglio envolvendo o meia Arrascaeta, que esteve de fora do clássico com o Vasco por causa de lesão, mas está relacionado para a estreia na Libertadores.
"A gente tem uma excelente relação com o atleta e também com o empresário quando foi feita a negociação. Tem um pleito do empresário, acho que é normal fazer isso, infelizmente a gente não pode acatar, mas a relação sempre foi a melhor possível. É um jogador que a gente respeita muito e é um jogador que sempre respeito as coisas no Flamengo".
"É um craque de bola. Com calma, tranquilidade, a gente vai resolver isso tudo. Tem que ter tranquilidade, calma. Como tudo está sendo resolvido nesses dois anos de gestão do Landim. Tem que chegar no denominador comum na hora certa, com tranquilidade e resguardando os interesses do Flamengo".
Outra polêmica que gira em torno da boa parte da torcida é a insatisfação com o trabalho do técnico Rogerio Ceni. Mesmo tendo sido campeão brasileiro e da Supercopa do Brasil, a derrota por 3 a 1 para o Vasco da Gama gerou revolta de parte da torcida, que voltou a pedir a cabeça do treinador.
"O treinador acabou de ser campeão brasileiro, há uma semana ganhou a Supercopa. Já deu certo no Flamengo. Está preparando o time para a competição internacional. Tem que dar apoio, a gente não tem motivo para ruptura de uma hora para a outra. O elenco tem uma boa relação com ele, a diretoria também. Quando foi campeão, o torcedor apoiou".
"Agora, com dois resultados que a torcida entende que não tem que ser, a gente entende, respeita a torcida, mas a gente não pode agir com o coração. Tem que ser frio, porque para tirar um técnico tem que botar outro, comissão técnica, é um tabuleiro que se mexe. Não é assim. A gente confia no trabalho, os jogadores confiam no trabalho dele".