Jorge Carrascal se prepara para a Copa do Mundo de 2026 com um plano que envolve o Flamengo e o mercado europeu: o meia do clube direciona o foco para a seleção da Colômbia como estratégia para melhorar sua imagem, aumentar seu valor de mercado e abrir caminho para uma transferência. No momento, a prioridade do jogador é a competição internacional, enquanto o cenário no Rio segue marcado por críticas e episódios extracampo que desgastaram sua imagem.
O Flamengo investiu cerca de 12 milhões de euros na contratação de Carrascal em 2025, e a movimentação em torno do atleta ganhou peso com o interesse de clubes europeus como Shakhtar Donetsk, Krasnodar e Olympique de Marselha. A ideia é que uma boa performance no Mundial possa recolocá-lo em evidência, facilitando negociações futuras caso o clube decida vender.
Estratégia passa pela seleção da Colômbia
A mudança de foco para a seleção colombiana funciona como resposta ao ambiente conturbado vivido por Carrascal no Flamengo. Nos bastidores, ele tem evitado distrações e priorizado a preparação para a Copa do Mundo, buscando reverter a percepção formada nos últimos meses.
"A prioridade absoluta passou a ser a seleção da Colômbia e a possibilidade de realizar uma grande Copa do Mundo."
Mundial como vitrine para valorização
A Copa do Mundo é tratada como vitrine para jogadores sul-americanos, especialmente para quem quer voltar a aparecer com força no futebol europeu. No caso de Carrascal, a expectativa é que um desempenho em alto nível aumente seu valor de mercado e o coloque novamente no radar de clubes mais competitivos.
"Uma Copa do Mundo em alto nível poderia recolocá-lo definitivamente no radar de clubes mais competitivos da Europa."
Possibilidade de venda ao ritmo da valorização
No Flamengo, a leitura é vinculada ao desempenho do jogador no torneio. Se Carrascal conseguir se valorizar durante a Copa do Mundo, o clube pode considerar uma venda, alinhando o futuro do atleta ao interesse que já existe na Europa. Ao mesmo tempo, a trajetória recente do meia no Flamengo alternou bons momentos técnicos com situações que desgastaram sua relação com a torcida, o que reforça a importância de um novo ciclo a partir do Mundial.